O teu amor maduro é puro
tão leal não conheci outro igual.
Joaquim Marques
terça-feira, 10 de junho de 2008
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Livro III Poema 36
Aquilo que escrevo sobre uma alma vazia
sem chama nem fantasia
em certos momentos de determinados dias
é a resposta coerente que merece o indigente
quando apela à dádiva alheia de mão estendida.
Uma esmola é tanto de nada
não ma peças, não ta dou, deixa que siga a minha estrada
indiligente já eu estou, se partilho contigo pioro o teu castigo
deixa-me alma penada subir aquela escada
ali em cima nem todos me vêm e ninguém me alcança.
Joaquim Marques
sem chama nem fantasia
em certos momentos de determinados dias
é a resposta coerente que merece o indigente
quando apela à dádiva alheia de mão estendida.
Uma esmola é tanto de nada
não ma peças, não ta dou, deixa que siga a minha estrada
indiligente já eu estou, se partilho contigo pioro o teu castigo
deixa-me alma penada subir aquela escada
ali em cima nem todos me vêm e ninguém me alcança.
Joaquim Marques
domingo, 8 de junho de 2008
Livro II Poemas
Maria!
Maria! Estás a ouvir-me?
Maria! Então!
Maria porque ficas assim?!
Olha, presta bem atenção...
Maria ... que chata!
Maria!
Maria!
Oh meu Deus, Maria ...
Maria fala comigo
Não fiques amuada,
Não te zangues por tudo e por nada.
Vou-me embora Maria
Se é isso que tu queres...
Adeus!
Joaquim Marques
Maria! Estás a ouvir-me?
Maria! Então!
Maria porque ficas assim?!
Olha, presta bem atenção...
Maria ... que chata!
Maria!
Maria!
Oh meu Deus, Maria ...
Maria fala comigo
Não fiques amuada,
Não te zangues por tudo e por nada.
Vou-me embora Maria
Se é isso que tu queres...
Adeus!
Joaquim Marques
sábado, 7 de junho de 2008
Livro I, Poemas
Todos os dias são diferentes
Porque o é o pensamento das gentes
Porque das ideias se fazem factos
E dos factos o presente
E tudo o que é plural
É diferente.
Joaquim Marques
Angra do Heroísmo
07/10/83
Porque o é o pensamento das gentes
Porque das ideias se fazem factos
E dos factos o presente
E tudo o que é plural
É diferente.
Joaquim Marques
Angra do Heroísmo
07/10/83
sexta-feira, 6 de junho de 2008
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Gosto de Ti
Gosto de ti porque me emocionas, choro e não sei explicar. Emocionas-me quando penso em ti, quando te leio, quando me quedo no teu olhar. És a experiência de vida que procurei debaixo da árvore à beira rio, num tempo de mistério e de sonho. Naquela mala vazia, trazia o meu futuro para que tu o fizesses. E lembro-me constantemente da espera que foi aquele outro tempo, em que a emoção era de desespero. Gosto de ti porque me fizeste acreditar que existe um colo de Mulher que ama só por amar. Serás então minha mulher porque não pude ser teu filho.
Joaquim Marques
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Fiel ou infiel
Ser ou não ser
Fiel ou infiel?
Respondo-te com honestidade
Fiel sem exclusividade.
Joaquim Marques
Fiel ou infiel?
Respondo-te com honestidade
Fiel sem exclusividade.
Joaquim Marques
terça-feira, 3 de junho de 2008
Livro III Poema 35
Procuro em mim uma ideia, um fio condutor
E não acho.
Tenho leme, tenho motor, falta-me o mar.
Dizem que é indo rio abaixo
Que nem é preciso me esforçar para o alcançar
Mas eu não acho.
Se eu não acho por não encontrar
Nem acho por não concordar
Porque acham os outros que eu vou achar
Que achando a ideia encontro o mar?
Joaquim Marques
E não acho.
Tenho leme, tenho motor, falta-me o mar.
Dizem que é indo rio abaixo
Que nem é preciso me esforçar para o alcançar
Mas eu não acho.
Se eu não acho por não encontrar
Nem acho por não concordar
Porque acham os outros que eu vou achar
Que achando a ideia encontro o mar?
Joaquim Marques
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Impressões VII
Dos fracos não reza a História,
mas rezo eu,
rezo-lhes a cartilha da minha memória
nos atropelos que a vida conheceu
por causa desses seres parasitários.
Desinfecta Maria, desinfecta
mais vale engordar burros a pão de ló
que alimentar o espírito desses seres.
Joaquim Marques
mas rezo eu,
rezo-lhes a cartilha da minha memória
nos atropelos que a vida conheceu
por causa desses seres parasitários.
Desinfecta Maria, desinfecta
mais vale engordar burros a pão de ló
que alimentar o espírito desses seres.
Joaquim Marques
domingo, 1 de junho de 2008
O DAMASCENONECSAMAD O
Ondulam energéticas as saudades
Durante a tua ausência
Aguo o beco todos os dias
Manto purpura de cetim
Alvo deixo o meu pensar
Sonho com o relvado cuidado
Cedo encontro ao fundo da cascata
Escondido nas memórias
Novo sorriso de olhar brilhante
Ondulam energéticas as saudades
Novo sorriso de olhar brilhante
Escondido nas memórias
Cedo encontro ao fundo da cascata
Sonho com o relvado cuidado
Alvo deixo o meu pensar
Manto purpura de cetim
Aguo o beco todos os dias
Durante a tua ausência
Ondulam energéticas as saudades
Joaquim Marques
Durante a tua ausência
Aguo o beco todos os dias
Manto purpura de cetim
Alvo deixo o meu pensar
Sonho com o relvado cuidado
Cedo encontro ao fundo da cascata
Escondido nas memórias
Novo sorriso de olhar brilhante
Ondulam energéticas as saudades
Novo sorriso de olhar brilhante
Escondido nas memórias
Cedo encontro ao fundo da cascata
Sonho com o relvado cuidado
Alvo deixo o meu pensar
Manto purpura de cetim
Aguo o beco todos os dias
Durante a tua ausência
Ondulam energéticas as saudades
Joaquim Marques
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