Fundamento a fundo
Os fundos da observação
Creio observando
O sentimento profundo
Da profanação do ser.
Joaquim Marques
sábado, 11 de agosto de 2007
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Ainda só passaram trinta dias
E parece que já lá vão trinta décadas.
Aqui, ou o tempo passa devagar
Ou foi a nossa viagem no tempo do tempo
Em que nos fizemos transportar
Que fez ao tempo da Terra parecer andar devagar.
Por este andar,
Não te admires que a propalada eternidade
É o tempo da nossa vontade
E que a este ritmo alucinante
Fará de cada dia uma nova década
Sempre que o nosso sentir se mantenha assim constante.
Joaquim Marques
E parece que já lá vão trinta décadas.
Aqui, ou o tempo passa devagar
Ou foi a nossa viagem no tempo do tempo
Em que nos fizemos transportar
Que fez ao tempo da Terra parecer andar devagar.
Por este andar,
Não te admires que a propalada eternidade
É o tempo da nossa vontade
E que a este ritmo alucinante
Fará de cada dia uma nova década
Sempre que o nosso sentir se mantenha assim constante.
Joaquim Marques
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
domingo, 5 de agosto de 2007
Só
Vivo-te, sinto-te, amo-te só
Esmago-me em pó
Faço do meu sentir o que ao grão faz a mó
Mói, corrói, dói e encanta, transforma-me numa balada em dó
Sustenido, quanto solto um gemido, um só
E depois suspiro fundo, inspiro todo o ar do mundo, aspiro-te o pó
Que te cobre o rosto emoldurado , porque o teu corpo que já só
Imagino fosco, entregue a outro, que te deseja sem dó
Nem piedade, exibir-te em sua vaidade, que até mete dó.
E agora só
A tua lembrança, enche-me de esperança de estar enfim só
Contigo no nosso futuro, breve, sem esta rima do ó.
Joaquim Marques
Vivo-te, sinto-te, amo-te só
Esmago-me em pó
Faço do meu sentir o que ao grão faz a mó
Mói, corrói, dói e encanta, transforma-me numa balada em dó
Sustenido, quanto solto um gemido, um só
E depois suspiro fundo, inspiro todo o ar do mundo, aspiro-te o pó
Que te cobre o rosto emoldurado , porque o teu corpo que já só
Imagino fosco, entregue a outro, que te deseja sem dó
Nem piedade, exibir-te em sua vaidade, que até mete dó.
E agora só
A tua lembrança, enche-me de esperança de estar enfim só
Contigo no nosso futuro, breve, sem esta rima do ó.
Joaquim Marques
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
COMENTÁRIOS
Dos inúmeros comentários que foram feitos neste blog e dos que me vão continuando a chegar agora por e-mail, resolvi relê-los e publicá-los num novo blog. Nesta nova janela vou homenagear os leitores que me enviaram os seus comentários. Quer pela simpatia, pelo conteúdo, pela ousadia literária, são peças poéticas que valem por si mesmas.
Inverteram-se os papeis, agora o poeta passa a comentador dos textos recebidos. E quem quiser, e tiver coragem, e se identifique, pode neste novo blog comentar o comentário.
Vamos brincar ao jogo do rato que mordeu no gato?
Convido-os a visitar http://comentariosinteressantes.blogspot.com/.
Inverteram-se os papeis, agora o poeta passa a comentador dos textos recebidos. E quem quiser, e tiver coragem, e se identifique, pode neste novo blog comentar o comentário.
Vamos brincar ao jogo do rato que mordeu no gato?
Convido-os a visitar http://comentariosinteressantes.blogspot.com/.
Bem hajam todos vós leitores amigos.
Joaquim Marques
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