É uma falácia afirmar que há
Mulheres fáceis e Mulheres difíceis.
Nada de mais errado meu jovem rapaz:
É sempre e só quando elas querem!
E a arte está em fazer com que elas queiram.
Porque não usas a técnica do rabo do porco?
Joaquim Marques
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Eu ser ou não ser
Verdade ou mentira
Ser a mentira mais verdadeira do universo
Ou o inverso
É o que hoje quero escrever em cada verso.
É assim que me sinto neste universo
De mentes ilustres
De inúmeros umbigos inchados
Que julgam que a sua verdade
Se impõe à minha vontade
De fazer, de escrever, ou calar
Tudo e quanto me apetece.
Estou farto de me repetir:
Que na minha vida
No meu querer
Nada, mesmo nada, é mais forte que a minha vontade
Apesar de nem sempre ser verdade!
E agora!... quando é que é verdade
Ou mentira a minha vontade?
Não sabes responder, não é?...Nem eu!
Joaquim Marques
Verdade ou mentira
Ser a mentira mais verdadeira do universo
Ou o inverso
É o que hoje quero escrever em cada verso.
É assim que me sinto neste universo
De mentes ilustres
De inúmeros umbigos inchados
Que julgam que a sua verdade
Se impõe à minha vontade
De fazer, de escrever, ou calar
Tudo e quanto me apetece.
Estou farto de me repetir:
Que na minha vida
No meu querer
Nada, mesmo nada, é mais forte que a minha vontade
Apesar de nem sempre ser verdade!
E agora!... quando é que é verdade
Ou mentira a minha vontade?
Não sabes responder, não é?...Nem eu!
Joaquim Marques
quinta-feira, 28 de junho de 2007
A Sétima Mentira do Mundo

Em boa verdade
Elegeram-me como a melhor
Mentira de verdade disfarçada.
Fui eleito pelo colégio da Sinceridade
Com um voto contra da juíza Honestidade
Depois de analisada
A minha lírica publicada.
Sou a sétima mentira do Mundo
Galardão que aceito com humildade.
Joaquim Marques
terça-feira, 26 de junho de 2007
Rute
Sempre quis ter uma empregada assim
Que cuida de mim
Cuida do meu trivial
Nas roupas e na casa dá um toque especial
Deixa tudo como eu quero
Encontro tudo como espero
Da forma que ela também acha normal
Estamos em perfeita sintonia
É mesmo como eu queria
Ou então fui eu que me deixei arrebatar
Pelo seu jeito de comigo lidar.
Joaquim Marques
Que cuida de mim
Cuida do meu trivial
Nas roupas e na casa dá um toque especial
Deixa tudo como eu quero
Encontro tudo como espero
Da forma que ela também acha normal
Estamos em perfeita sintonia
É mesmo como eu queria
Ou então fui eu que me deixei arrebatar
Pelo seu jeito de comigo lidar.
Joaquim Marques
domingo, 24 de junho de 2007
Querias me conhecer
E aqui estou eu despido de tudo
Tapado só de ar
Transparente como a verdade
E só me escondo naquilo que não queres ver
Aquilo que a tua formação não permite entender.
As minhas mãos são sempre as mesmas
Todos os dias
Estando quentes ou frias
Os meus braços esticados
São os mesmos quando te envolvem apertados.
E por aí adiante...
Tenhas tu a capacidade ver
Para além da minha aparência
Todos os dias da minha existência!
Querias me conhecer?!
Aqui me tens: nu e à mercê do teu entender!
Joaquim Marques
E aqui estou eu despido de tudo
Tapado só de ar
Transparente como a verdade
E só me escondo naquilo que não queres ver
Aquilo que a tua formação não permite entender.
As minhas mãos são sempre as mesmas
Todos os dias
Estando quentes ou frias
Os meus braços esticados
São os mesmos quando te envolvem apertados.
E por aí adiante...
Tenhas tu a capacidade ver
Para além da minha aparência
Todos os dias da minha existência!
Querias me conhecer?!
Aqui me tens: nu e à mercê do teu entender!
Joaquim Marques
sábado, 23 de junho de 2007
Tive uma branca
Como aquela sensação louca
De saber a palavra exacta
Mas que não nos sai da boca
Está ali debaixo da língua
Ali tão perto
Ai!... ali tão perto, como se diz....
Batemos com os pés no chão
Coçamos o nariz
Damos uma pirueta, um soco no portão
Pedimos ajuda
Mas a garganta parece por instantes ficar muda
E os outros, atónitos
Debitam tantos sinónimos
E nada!
Daqui a instantes vou-me lembrar...
Aconteceu comigo
Por momentos esqueci-me mim e de ti
Mas foram só uns instantes
Os anos em que nada escrevi.
Joaquim Marques
Como aquela sensação louca
De saber a palavra exacta
Mas que não nos sai da boca
Está ali debaixo da língua
Ali tão perto
Ai!... ali tão perto, como se diz....
Batemos com os pés no chão
Coçamos o nariz
Damos uma pirueta, um soco no portão
Pedimos ajuda
Mas a garganta parece por instantes ficar muda
E os outros, atónitos
Debitam tantos sinónimos
E nada!
Daqui a instantes vou-me lembrar...
Aconteceu comigo
Por momentos esqueci-me mim e de ti
Mas foram só uns instantes
Os anos em que nada escrevi.
Joaquim Marques
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Tenho uma vida profissional
Que me rouba imenso tempo.
Mesmo que seja só meio dia
É muito tempo roubado à fantasia
Ao tempo e à vida que eu gostaria
De ter só comigo e com a poesia.
Mas não conheço outra maneira
De ultrapassar aquela barreira
Que é a caixa da mercearia
Do Ti Belmiro de Azevedo
Que só troca os feijões
Por tostões
Por isso não tenho sossego
Trabalhando neste emprego
Onde gasto tanta energia
Que bem mais útil seria
Gasta a escrever poesia.
Joaquim Marques
Que me rouba imenso tempo.
Mesmo que seja só meio dia
É muito tempo roubado à fantasia
Ao tempo e à vida que eu gostaria
De ter só comigo e com a poesia.
Mas não conheço outra maneira
De ultrapassar aquela barreira
Que é a caixa da mercearia
Do Ti Belmiro de Azevedo
Que só troca os feijões
Por tostões
Por isso não tenho sossego
Trabalhando neste emprego
Onde gasto tanta energia
Que bem mais útil seria
Gasta a escrever poesia.
Joaquim Marques
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Já te disse mais que uma vez
Que não quero esse teu amor
Esse assédio a que o meu coração não cede
Essa sombra que me persegue
Vá eu para onde for.
Porque não fizeste como as outras
Que na fila permanecem sossegadas
Esperando que chegue a sua vez?
Vai-te embora ó melga!
Mas vai-te embora de vez
Ou é preciso eu deixar de ser cortês
E usar um insecticida eficaz
Já que o repelente que uso não é capaz?
Vai, vai ... segue o teu caminho
Eu não sou o teu queridinho
Nem um lugar na fila te deixo ocupar
Nem no ultimo, que era o que te iria destinar.
Joaquim Marques
Que não quero esse teu amor
Esse assédio a que o meu coração não cede
Essa sombra que me persegue
Vá eu para onde for.
Porque não fizeste como as outras
Que na fila permanecem sossegadas
Esperando que chegue a sua vez?
Vai-te embora ó melga!
Mas vai-te embora de vez
Ou é preciso eu deixar de ser cortês
E usar um insecticida eficaz
Já que o repelente que uso não é capaz?
Vai, vai ... segue o teu caminho
Eu não sou o teu queridinho
Nem um lugar na fila te deixo ocupar
Nem no ultimo, que era o que te iria destinar.
Joaquim Marques
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Retrato
Pensamentos velados
Ao parecer
Não são impensados
E de sério
Que não os gestos,
As palavras
Essas
Soltas
Não são repetidas
São tudo dela
Nestas palavras perdidas
De sentido imprevisto
E pensamento velado.
Joaquim Marques
Ao parecer
Não são impensados
E de sério
Que não os gestos,
As palavras
Essas
Soltas
Não são repetidas
São tudo dela
Nestas palavras perdidas
De sentido imprevisto
E pensamento velado.
Joaquim Marques
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